• Fernanda Siqueira

Em encontro no Ministério do Trabalho, executivo japonês se diz otimista para investir no Brasil


Executivo japonês afirmou que a modernização da legislação trabalhista vai fazer com que empresas estrangeiras possam investir no Brasil com mais tranquilidade


"Com a modernização da legislação trabalhista, os empresários estrangeiros podem investir com mais tranquilidade no Brasil", afirmou o diretor da empresa japonesa Nippon Seteel & Sumitomo Metal Empreendimentos Siderúrgicos, Kazuhiro Egawa, durante reunião com o ministro Ronaldo Nogueira, em 17/7, na sede do Ministério do Trabalho, em Brasília.

Durante o encontro, o ministro confirmou presença na cerimônia dos 60 anos da Usiminas, em 8 de agosto, em Ipatinga/MG. Kazuhiro Egawa falou do acordo de Lanari-Horikoshi, que formalizou o compromisso da participação japonesa na construção da Usiminas, há mais seis décadas.

“O Japão pode colaborar muito com o Brasil, um país que está em desenvolvimento intelectual”, afirmou o ministro Ronaldo Nogueira. “É um país que possui muitas riquezas naturais, mas que também tem muita pobreza. Por meio do conhecimento, poderemos utilizar essas riquezas para combater a pobreza”, acrescentou.

O ministro anunciou que o embaixador do Japão, Satoru Satoh, receberá uma comenda de honra ao mérito do trabalho em homenagem ao investimento do grupo nesses 60 anos e à geração de empregos.

Kazuhiro Egawa destacou um aspecto de especial importância relacionado ao dia a dia da Usiminas: a transferência de tecnologia. “Enviamos trabalhadores japoneses para a Usiminas, de modo a transferir conhecimento. O objetivo final fazer essa transferência de modo que as empresas sejam operadas somente por brasileiros, e apoiar na parte tecnológica quando for necessário”.

Além da vinda ao Brasil de profissionais japoneses, a Usiminas promoveu a visita de universitários (estudantes de pós-graduação) brasileiros ao Japão. “Eles tiveram contato não apenas com as usinas, mas, sobretudo, com a cultura japonesa. A ida desses estudantes ao Japão pode resultar em ganhos para o Brasil. Que eles sejam um elo entre o Brasil e o Japão”, disse Egawa. (com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério do Trabalho)

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