• Fernanda Siqueira

Governança corporativa chega às pequenas e médias empresas


A governança corporativa é um fator fundamental para as empresas, ao proporcionar regras e criar uma cultura de transparência, senso de justiça, prestação de contas e responsabilidade.


A governança corporativa é um fator fundamental para as empresas, ao proporcionar regras e criar uma cultura de transparência, senso de justiça, prestação de contas e responsabilidade. No entanto o conceito é costumeiramente relacionado exclusivamente a grandes corporações no País.

Este conjunto de ações não precisa ser visto como uma ferramenta que serve apenas para as gigantes. Médias e pequenas também podem e devem aproveitar seus benefícios. Atualmente, a governança assumiu o papel de protagonista das novas discussões dentro das empresas, incluindo o negócio e as relações da família, devido ao alto número de companhias familiares.

"A governança corporativa é para todos. Independentemente do porte da organização. O futuro da empresa precisa ser planejado, dando ênfase aos interesses dos sócios e de seus herdeiros, valorizando a gestão e os resultados da empresa", explica o diretor da Girardi Brasil, empresa especializada em gestão com consultoria em governança corporativa, Humberto Girardi.

A atividade, explica Girardi, é a oportunidade de ter um novo fio condutor a todos os processos das empresas. "Quando pensamos em governança, estamos falando em métodos e técnicas que auxiliam a empresa a ter um desempenho superior", sintetiza o especialista.

Estudo realizado pela Girardi Brasil em 2015 revela como os principais conceitos de governança corporativa são praticados na amostra de 52 empresas de pequeno, médio e médio-grande portes da região Sul do Brasil. Dessa amostra, 60% dos participantes representam empresas com faturamento anual de até R$ 50 milhões; 15% dos participantes são de empresas com faturamento anual superior a R$ 50 milhões e inferior a R$ 100 milhões; e 25%, de empresas com faturamento de R$ 100 milhões até R$ 300 milhões anual. A maioria das participantes (60%) afirmou não possuir conselho fiscal atuante. (Com informação de Portal Contábeis)

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